Felipe Resende: ‘Existe uma maior aceitação das empresas por modelos tatuados’

O modelo, ator e acima de tudo consciente do seu papel no mundo, Felipe Resende concedeu uma entrevista exclusiva, ao Cj Martim, contando um pouco de trabalho, política, esporte, tatuagens e outros assuntos.

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Felipe Resende. Foto: Kacios Lira/Divulgação.

Acredito que a tatuagem transfere sonho, personalidade, alegria e angústia de um indivíduo para pele. Uma maneira de não precisar se descrever para os outros, apenas olhar e sentir. Então, não precisa dizer nada, Felipe.

Cj Martim: As tatuagens em seu corpo já causaram muitas recusas de trabalho ou o mercado, atualmente, se mostra receptivo para essas questões?

Felipe Resende: No início da minha carreira foi um pouco complicado, algumas empresas não gostavam de associar sua marca a esse tipo de arte, expressão, que é a tatuagem. Atualmente, sinto maior aceitação e, até mesmo, procura de marcas que são mais descoladas e inovadoras. Nesses últimos anos, as tatuagens criaram ótimas oportunidades de trabalho.

Cj Martim: Acredita que algumas pessoas exageram nessas buscas constantes por likes em fotos? Como administra a plataforma Instagram? 

Felipe Resende: Bom, acredito muito no equilíbrio entre três pilares: mente, corpo e alma. Esse equilibro também é muito importante nas mídias, afinal, é a nossa representação no mundo virtual. Repassar a minha essência é a linha que busco seguir, sempre tento incentivar para o hábito saudável, da alimentação e exercícios. O foco mesmo é influenciar positivamente as pessoas.

Cj Martim: Quais dores e delícias da carreira de modelo?

Felipe Resende: No início, a inexperiência em relação ao mercado é o pior ponto. Saber suportar a pressão dos testes e transformar “nãos” em motivação foi, e continua a ser, chave para que eu pudesse persistir. Pontos positivos existem muitos. Oportunidade de conhecer lugares e pessoas diferentes. A possibilidade de interpretar papéis é aquilo que mais me fascina. Cada pedacinho do personagem fica guardado em mim, me agrega muito. Como não gosto muito de rotina, esse trabalho combina perfeitamente comigo.

Cj Martim: Jiu-Jitsu invadiu ou surgiu naturalmente em sua vida? 

Felipe Resende: Sempre gostei muito de artes marciais desde moleque. O Jiu-jítsu, sem dúvidas, me mudou. A disciplina e respeito que aprendo dentro do tatame é o mais importante, tento extrair o máximo e utilizar em todos aspectos na minha vida. Acredito que esse esporte transforma muitas pessoas. Sem contar que de bônus você pratica autodefesa.

Cj Martim: Essa fase que o país se encontra,com prisões de políticos, manifestações nas ruas, anuncia um novo Brasil ou é mais uma utopia?

Felipe Resende: O mundo está passando por uma grande mudança, em todos os aspectos, inclusive em relação à política. Nós possuímos o poder para transformar as nossas vidas. Estamos no caminho de um novo mundo. A manifestação é um possível canal de diálogo. O nosso país é maravilhoso. Precisamos dessa mudança. Todo o sistema precisa.

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