Arthur Levy: ‘O grande passo para abrir o seu próprio negócio é ter disciplina e coragem’

Arthur Levy é modelo e empreendedor do negócio Best Drinks Open Bar, que realiza inúmeros eventos no país. Em entrevista exclusiva, ao Cj Martim, ele conta as dores e delícias de montar um negócio.

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Arthur Levy. Foto: Alle Peixoto/ Divulgação.

Com toda força do mundo, Arthur, acredite! Vai conquistar tudo que deseja, pois vai além da aparência e isso faz uma grande diferença no fluxo da vida, dos acontecimentos, dos mistérios!

Cj Martim: Quais dores e delícias de ser um jovem empreendedor?

Arthur: Acredito que o grande passo para abrir o seu próprio negócio é ter disciplina e coragem, isto é, vencer seu medo de conseguir sozinho. Eu, quando decidi abrir minha empresa de open bar, tinha 24 anos e me interessei por esse ramo pelo fato de que meus familiares já trabalhavam com o ramo de eventos, daí pensei: “Preciso ganhar dinheiro aí com algo”. Depois disso tive a ideia de abrir meu próprio negócio. No meu ponto de vista o desafio de ser um jovem a conquistar seu próprio negócio é muito desafiador e compensatório, você trabalha arduamente sendo seu chefe e, ao mesmo tempo, com uma carga de responsabilidades muito grande. Detalhes minuciosos e organização são a chave e quando você consegue ver aquilo fluir de sua própria criação é genial! 

Cj Martim: A sua empresa ‘Best Drinks’ surgiu de que necessidade? Procurou algo que desse uma certa estabilidade financeira? 

Arthur: Exato, conforme falei anteriormente, quando me formei e comecei a trabalhar no ramo de comunicação e marketing, me senti muito explorado e sem um retorno financeiro justo digamos. Daí senti a necessidade de criar meu próprio negócio como um meio de monopolizar a minha vida e conseguir controlar meu próprio negócio de modo que o retorno financeiro fosse crescente e não constante.

Cj Martim: A carreira de modelo escraviza o indivíduo a cuidar sempre da aparência? Quando vira um fardo isso?

Arthur: Então, a minha carreira de modelo sempre foi paralela a meu trabalho, ou seja, como uma renda extra, não sendo primordial. Logo, a questão de pessoas sempre me incentivarem a trabalhar como modelo também me estimulou muito. Como tudo na vida precisa de esforço, quando comecei a “modelar”, vulgarmente falando, comecei a analisar o que me traria mais retorno e o que a moda cobrava de mim para tal trabalho. E a aparência é de suma-importância nesse quesito. Sempre fui vaidoso e acredito que isso, se usado positivamente, é muito compensador, então, não vejo como se escravizar jamais, pelo contrário, acaba sendo prazeroso. Escravizar pela aparência é fazer milhões de coisas sem um fundamento, coisas que irão acabar lhe prejudicando ao invés de ajudar, além do que uma pessoa bem cuidada transmite organização e positividade na maioria das vezes, quando une isso ao conteúdo intelectual interno. 

Cj Martim: Você recebeu um convite para participar do concurso Mister Brasil. Definir qual é a pessoa mais bonita do país não soa arrogante, afinal, o Brasil tem múltiplas culturas e beleza é relativa.

Arthur: Sim, na verdade já recebo esse convite de concursos a Mister há alguns anos, mas sempre reneguei por achar que não dão uma projeção artística ou de trabalho, não estou desmerecendo o valor que eles têm, porém, vejo vários casos de pessoas que conquistaram o título e não tiveram êxito em consequência disso. Porém, hoje em dia estes concursos estão mais presentes nas nossas vidas e com a geração virtual que vivemos das redes sociais, onde toda e qualquer mídia toma repercussão por meio delas, o concurso ganhou grande notoriedade e acredito que já tem boas chances de repercutir positivamente para que, a partir dele, surjam outros trabalhos importantes para mim . O concurso poderia me dar mais projeção como modelo, mais reconhecimento ao meu negócio, visibilidade para campanhas publicitárias e muito mais. Porém, para finalizar, respondendo sua pergunta, de forma alguma soa arrogante, concursos estão aí pra isso e rotular um concurso como arrogante por ser de beleza é até um pouco preconceituoso, sabemos que a vaidade é algo crescente em nossa população mundial e o ramo de cosméticos e tratamentos para aparência física só cresce a cada ano sendo algo bom para economia tornando-se um exemplo disso.  Ainda estou estudando a ideia (risos), vamos ver! 

Cj Martim: A crise financeira vem afetando direta ou indiretamente sua empresa? Como lidar com a crise?

ArthurA crise financeira, na verdade, afeta qualquer ramo ou segmento, isso é inevitável, é como uma onda que, aos poucos, reflete em cada local, sendo de menor ou maior impacto. O ramo de eventos é bem consolidado e as pessoas não deixam de fazer festas, podem economizar, cortar custos, onerar serviços, porém, não deixa de realizar e, nesse âmbito, nós vamos nos adequando. Então a crise pode impactar, mas, de fato, ela não atrapalha consideravelmente. Temos que nos reciclar sempre e encontrar alternativas para que nossos clientes sintam-se satisfeitos em todos os aspectos. 

 

 

 

 

 

 

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3 comentários sobre “Arthur Levy: ‘O grande passo para abrir o seu próprio negócio é ter disciplina e coragem’

  1. Levydarley disse:

    Excelente intrevista !!parabens pela firmeza e inteligência de suas respostas !! 👏👏👏👏👍🍀boa sorte Arthur !

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