Val Marchiori: ‘As pessoas acham que acordo e tomo champanhe, e as coisas não são bem assim’

Nesta entrevista exclusiva, ao Cj Martim, Val Marchiori conta em que momentos chora, se sente sozinha e questiona sua vida.

A socialite já foi repórter de alguns programas na Tv, mas foi com o reality show ‘Mulheres Ricas’, na Band, que ganhou popularidade.

Na casa encantadora, nas roupas caras e nas joias na estante; tudo isso para funcionar e fazer algum sentido, é necessário uma mulher que, no passado, não teve nada disso. É o caso de Val.

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Val Marchiori. Foto: Divulgação/assessoria.

Cj Martim: Como foi a experiência em ser repórter do Programa Amaury Jr? As pessoas da chamada alta sociedade costumam ser flexíveis com entrevistas?

ValFoi uma experiência maravilhosa, o Amaury Jr. me deu a oportunidade de entrar para a  TV e foi uma escola onde tive a base de como tudo funciona. Independente de classe social sempre tem uma ou outra pessoa que não gosta de dar entrevista e são mais reticentes e evasivas. Durante o Programa Raul Gil, no qual eu fiz parte do quadro “Elas Querem Saber”, aprendi o “jeitinho” para tirar declarações importantes e perguntar o que ninguém tem coragem de questionar.

Cj Martim: É desgastante ser mãe? Já se viu em um ciclo vicioso, repetindo as mesmas coisas que sua mãe na educação dos seus filhos?

Val: Ser mãe é a maior dádiva e prazer na vida de qualquer mulher. Eu tenho gêmeos e gosto de aproveitar os momentos que temos juntos para brincar, viajar. Dou responsabilidade para que eles aprendam a valorizar tudo, seja a escola, a comida, o dinheiro. Eu tive uma infância muito pobre, passei dificuldades e, graças a Deus, meus filhos não passaram por isso.

Cj Martim: Mantém contato com as integrantes do reality show “Mulheres Ricas”? Acredita que o programa estimulou indiretamente quem não tem muitos recursos a sonhar cada vez mais com esse universo da vida confortável?

Val: Não tenho contato com todas, mas algumas continuam presentes em minha vida e considero amigas, como a Lydia Sayeg e a Brunete Fraccaroli. Sonhar é a melhor maneira de alguém prosperar na vida, pois só quem sonha tem coragem de ir atrás para realizar e alcançar tudo que sempre imaginou. Ter uma vida confortável é o sonho de qualquer pessoa, inclusive era o meu quando não tinha nenhuma condição financeira e, graças a Deus, conquistei!

Cj Martim: Como surgiu o convite para integrar o Programa Raul Gil?

Val: Eu entrei primeiro como jurada do quadro “A Melhor Doméstica do Brasil” e meus comentários e a forma engraçada com que eu conduzia  tudo fez com que o Raulzinho desenvolvesse um quadro pensando em mim: O Elas Querem Saber. Esse quadro era uma diversão só! Eu perguntava tudo sem medo, até em questões mais delicadas usava o bom humor para conseguir matar a curiosidade do povo.

Cj Martim: Quais rótulos não admitem que se refiram a você?

Val: O único rótulo que não admito é o de fútil, até porque sempre trabalhei desde os meus 10 anos de idade. 

Cj Martim: Em que momentos se sente sozinha, chora e questiona como anda sua vida?

Val: Na verdade tem momentos que sempre nos sentimos sós. Quando Sou julgada por pessoas que não sabem nada de mim. Ou uma maldade e infâmia que atinge minha família. Nesses casos prefiro me trancar no quarto e chorar sozinha e me questionar. Mas aí me lembro da onde vim e a mulher que sou hoje. Aí passa (risos).

Cj Martim: Qual seu conceito de gente cafona?

Val: Gente que se veste de forma vulgar, se porta mal e é mal educado. 

Cj Martim: Quais projetos novos? Quais novidades em vista?

Val: Tem muita coisa bacana vindo por aí, mas ainda não posso revelar. Sou contratada da Band e em breve teremos muitas novidades.

Cj Martim: A imprensa tenta colocar em você uma imagem de mulher fútil, mas existe uma mulher aí dentro, que venceu na vida e tem opiniões fortes. É luta constante manter essa personalidade forte e muitas vezes ser alvo de polêmicas nas redes sociais?

Val: O programa Mulheres Ricas marcou muito, as pessoas acham que eu acordo e tomo champanhe e as coisas não são bem assim. Eu amo aproveitar o dinheiro que conquistei e não tenho vergonha nenhuma de ter uma vida confortável, porque tudo isso foi fruto do meu trabalho. No Brasil, as pessoas têm vergonha de ter dinheiro. Eu não tenho porque sei o quanto foram difíceis minhas conquistas.

 

 

 

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